terça-feira

, 18 de junho de 2024

Reflexão do Dia

Liturgia Diária

BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA, MÃE DA IGREJA • 20/05 – Ano B

1ª Leitura

Gênesis 3,9-15.20
Leitura do livro do Gênesis – Depois que Adão comera do fruto da árvore, 9o Senhor Deus o chamou, dizendo: “Onde estás?” 10E ele respondeu: “Ouvi tua voz no jardim e fiquei com medo porque estava nu; e me escondi”. 11Disse-lhe o Senhor Deus: “E quem te disse que estavas nu? Então comeste da árvore de cujo fruto te proibi comer?” 12Adão disse: “A mulher que tu me deste por companheira, foi ela que me deu do fruto da árvore, e eu comi”. 13Disse o Senhor Deus à mulher: “Por que fizeste isso?” E a mulher respondeu: “A serpente enganou-me, e eu comi”. 14Então o Senhor Deus disse à serpente: “Porque fizeste isso, serás maldita entre todos os animais domésticos e todos os animais selvagens! Rastejarás sobre o ventre e comerás pó todos os dias da tua vida! 15Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar”. 20E Adão chamou à sua mulher “Eva”, porque ela é a mãe de todos os viventes. – Palavra do Senhor.

Leitura opcional:  Atos 1,12-14.

Salmo

Salmo 86(87)
Dizem coisas gloriosas da cidade do Senhor.

1. O Senhor ama a cidade / que fundou no monte santo; / ama as portas de Sião / mais que as casas de Jacó. – R.

2. Dizem coisas gloriosas / da cidade do Senhor. / De Sião, porém, se diz: † “Nasceu nela todo homem; / Deus é sua segurança”. – R.

3. Deus anota no seu livro, † onde inscreve os povos todos: / “Foi ali que estes nasceram”. / E por isso todos juntos / a cantar se alegrarão; / e, dançando, exclamarão: / “Estão em ti as nossas fontes!” – R.

Evangelho

João 19,25-34
Aleluia, aleluia, aleluia.

Sois feliz, Virgem Maria, e mereceis todo louvor, / pois de vós se levantou o Sol brilhante da justiça! – R.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, 25perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. 26Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe: “Mulher, este é o teu filho”. 27Depois disse ao discípulo: “Esta é a tua mãe”. Daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo. 28Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que a Escritura se cumprisse até o fim, disse: “Tenho sede”. 29Havia ali uma jarra de vinagre. Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à boca de Jesus. 30Ele tomou o vinagre e disse: “Tudo está consumado”. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito. 31Era o dia da preparação para a Páscoa. Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era dia de festa solene. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz. 32Os soldados foram e quebraram as pernas de um e depois do outro que foram crucificados com Jesus. 33Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; 34mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. – Palavra da salvação.
Reflexão:

 

No dia 21 de novembro de 1964, ao encerrar a 3ª sessão do Concílio Vaticano II, o papa São Paulo VI, durante a missa, declarou Maria Santíssima “Mãe da Igreja”, com as seguintes palavras: “Nós proclamamos Maria Santíssima Mãe da Igreja, isto é, de todo o povo de Deus, tanto dos fiéis quanto dos pastores, que a chamam Mãe amorosíssima; e queremos que, por esse título suavíssimo, doravante a Virgem seja ainda mais honrada e invocada por todo o povo cristão”. Em 2018, o papa Francisco determinou que essa memória litúrgica passasse a ser obrigatória para toda a Igreja. A motivação dessa celebração encontra-se no decreto, no qual se lê: “O Sumo Pontífice Francisco, considerando atentamente o quanto a promoção desta devoção possa favorecer o crescimento do sentido materno da Igreja nos pastores, nos religiosos e nos fiéis, como também da genuína piedade mariana, estabeleceu que a memória da Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, seja inscrita no calendário romano na segunda-feira após Pentecostes e celebrada todo ano. Esta celebração nos ajudará a recordar que a vida cristã, para crescer, deve estar ancorada no mistério da cruz, na oblação de Cristo no banquete eucarístico, na Virgem oferente, Mãe do Redentor e dos redimidos”.