terça-feira

, 09 de agosto de 2022

02/06/2020

02 de junho de 2020

Retomamos o tempo comum, o maior em termos de meses na liturgia da Igreja. Grande parte da nossa vida vivemos de modo comum. Acordamos, trabalhamos, descansamos, alimentamo-nos, dormimos…uma série de coisas que se sucedem até uma hora em que aparece algo inusitado, que pode mudar toda nossa vida. A Covid-19, iniciada no final de 2019 com os primeiros infectados, gerou a pandemia, trazendo novas reflexões, posturas e atitudes. O tempo não é tão comum. Apreensão, insegurança e medo são alguns dos sintomas para autoridades e subalternos, patrões e empregados, ricos e pobres, esses sofrendo mais. O imposto hoje não é simplesmente dar a César o que é de César. A Deus, a quem pertence nossa vida, o que somos e temos e tudo o que há no mundo, precisamos nos submeter, se queremos realmente ser felizes. A Ele toda honra e toda glória. Esperar novos céus e nova terra, onde habitará a justiça seja nosso estímulo, no esforço de viver uma vida pura e sem mancha. Se a maior parte da vida é ilusão e sofrimento, aprendamos com Marcelino e Pedro (memória de hoje), mártires da perseguição do Império romano, a resistir e vencer a dor, o sofrimento e todo mal.

Pe. Geraldo Barbosa

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