terça-feira

, 16 de agosto de 2022

11/10/2019

11 de outubro de 2019

” Toda calamidade é uma parte do “fim”, uma etapa da desagregação desse nosso mundo( Missal cotidiano)…O acontecimento inesperado, a desgraça ou o desconhecido,” como rompimento de barragens, catástrofes, tragédias, acidentes e outros males muitas vezes criminosos “envolvem nossos projetos, não entram nos planos com um prazo fixo. Sentimo- nos sacudidos, deslocados”, sem chão.” A profecia de Joel é uma exortação para todos fazermos jejum e penitência, sacerdotes, ministros, anciãos e todo o povo, pois ” o dia do Senhor está às portas e chega com força devastadora.” O que temos aprendido com tudo isto? A Palavra de Deus é sempre atual e não podemos ser indiferentes a ela. Jesus é criticado, caluniado e perseguido, chegam ao extremo de dizer que Ele faz o bem, compactuado com o demônio. Jesus é o mais forte, arranca- nos do mal e o elimina em sua raiz. No entanto, temos que estar sempre alertas para não cairmos “nas tentações diabólicas de poder, imoralidade e inércia espiritual. O Senhor há de julgar o mundo com justiça”. Há os que testemunham seu amor, justiça e bondade, como São João 23 e os que se entregam desvariadamente ao mal. “Manso e conciliador, empreendedor e corajoso, simples e cordial “, o “papa bom”, como era chamado João 23, “praticou cristamente as obras de misericórdia” (Liturgia Diária de Outubro 2019). Deixou- nos o legado da convocação do Concílio Vaticano II, abrindo as portas e janelas da Igreja para o Espírito Santo iluminar o mundo e continuar renovando a face da terra.

Pe. Geraldo Barbosa

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