segunda-feira

, 15 de agosto de 2022

Equipe de Animação Juvenil irá realizar levantamento sobre a presença das expressões juvenis nas Foranias

08 de março de 2021 Arquidiocese

No último sábado (06), a Equipe Arquidiocesana de Animação Juvenil se reuniu virtualmente para traçar planos e metas de trabalho para o ano de 2021. Durante a conversa, foram constatadas algumas dificuldades enfrentadas, em 2020, pelas expressões juvenis na Arquidiocese de Mariana, em virtude da pandemia da Covid-19.

De acordo com o assessor da Equipe de Animação Juvenil, o padre Rodrigo Artur Medeiros da Silva, dentre as dificuldades apontadas durante a reunião estão a distância geográfica entre as cidades pertencentes à Arquidiocese de Mariana, o fato de que nem todos os jovens têm acesso à internet, especialmente, considerando o atual contexto do crescente uso das mídias sociais para a evangelização, e, por fim, a existência de grupos que não têm a sua identidade ainda formada.

Após essa constatação, ficou decidida a realização de um levantamento mais completo sobre a presença e a real atuação das expressões juvenis nas foranias durante a pandemia. Segundo o padre Rodrigo, cada representante da forania e/ou região da Arquidiocese de Mariana entrará em contato com as lideranças das expressões juvenis, por meio das paróquias, e irá aplicar um questionário sobre a atuação das expressões juvenis. O sacerdote ainda espera contar com a ajuda dos Vigários Forâneos para intermediar e favorecer o contato.

Conforme o padre Rodrigo, a partir do resultado do levantamento, será elaborado um subsídio para auxiliar as equipes nos trabalhos de evangelização juvenil, enquanto perdurar a pandemia e a necessidade de se manter o distanciamento social. Na sua avaliação, a reunião foi muito positiva, especialmente, considerando que em 2020 não foi possível se reunir. “Avalio a reunião como muito positiva porque ali de fato eu vi que os jovens estavam ansiosos para fazer alguma coisa a nível de Arquidiocese para movimentar as juventudes e não as deixar morrer ou esfriar”, pontua.

* Imagens: Flávia Ribeiro

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