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Líderes arquidiocesanos da Pastoral da Criança participam de homenagem aos 10 anos de falecimento de Zilda Arns, em Curitiba

15 de janeiro de 2020 Arquidiocese

A Arquidiocese de Mariana foi representada por 83 líderes da Pastoral da Criança no Tríduo pela Caminhada da Pastoral da Criança e em memória da Dra. Zilda Arns, fundadora da pastoral, realizado no último final de semana (10 a 12),  na sede do Museu da Vida, em Curitiba (PR). O evento marcou os 10 anos de falecimento da doutora.

“Foram 5 mil pessoas. A gente fica refletindo como que uma pessoa pode conseguir juntar tanta gente para fazer um trabalho desse. É emocionante. Você olha a história da Pastoral da Criança desde o início e se pergunta como uma mulher conseguiu juntar tanta gente, somos 26 mil líderes a nível nacional”, considera Emilda Ferreira de Souza, coordenadora arquidiocesana da Pastoral da Criança.

Além de conhecerem o Museu da Vida – criado pela Pastoral da Criança com a intenção de disseminar informações e reflexões relacionados à saúde, nutrição, educação e cidadania por meio de exposições e ações educativas -, os peregrinos puderam participar, no domingo, data que marcou os 10 anos de falecimento da Dra. Zilda, de uma missa de encerramento, às 10h30, presidida pelo Arcebispo de Curitiba, Dom José Peruzzo, e com animação musical do padre Reginaldo Manzotti, na Praça do Santuário Sagrado Coração de Jesus, em frente ao Cemitério do Água Verde, onde a fundadora está sepultada.

A missa de abertura do Tríduo foi presidida por Dom Anuar Battisti, Presidente do Conselho Diretor da Pastoral da Criança, na sexta, dia 10, no Museu da Vida, as 18h.

 

Falecimento

Durante a visita, a líder Isaide Maria do Carmo Neves, de 72 anos, pertencente a Comunidade João Paulo II, da Paróquia São Pio X, de Barbacena, passou mal por volta do meio dia de sábado (11) e foi a óbito no final da tarde. Desde 1989, Isaide dedicava-se a Pastoral da Criança de sua paróquia.

“Outra coisa que marcou a gente, Zilda morreu em trabalho e essa líder morreu quando estávamos celebrando os 10 anos de falecimento da fundadora. Era o sonho dela conhecer o Museu da Vida, todo o local. O médico tinha recomendado que ela não fosse, mas ela insistiu e falou: ‘eu quero conhecer, é meu sonho’. Ela partiu feliz”, relata Emilda. O corpo foi transladado de Curitiba para Barbacena e o sepultamento foi realizado na manhã da segunda-feira (13). A Arquidiocese de Mariana presta suas condolências a família e aos amigos.

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Fotos: CNBB e Pastoral da Criança arquidiocesana

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