sexta-feira

, 19 de agosto de 2022

Monsenhor Joaquim da Silva Guimarães recebe homenagens em Ervália

27 de junho de 2022 Arquidiocese

Tradicionalmente, o munícipio de Ervália (MG) celebra a sua Festa da Cidade em 17 de junho. Neste ano, somando a essas comemorações, a data também foi marcada por homenagens ao Monsenhor Joaquim da Silva Guimarães (in memoriam) e a celebração do Jubileu de Ouro da Nova Matriz de São Sebastião.

À ocasião das festividades, a praça central da cidade, onde está localizada a Igreja Matriz, foi reinaugurada e rebatizada como Praça Mosenhor Joaquim da Silva Guimarães. Ainda, uma estátua de bronze de tamanho natural do sacerdote também foi entronizada no espaço. Os gestos recordaram os mais de 50 anos que o presbítero foi Pároco da Paróquia de São Sebastião do munícipio.

Além disso, também foi concedido ao Monsenhor Joaquim o título de Patrono do Café Ervalense, uma vez que a cultura do grão ser a base da economia local.

À oportunidade, as autoridades civis exaltaram as qualidades do Monsenhor como servo de Deus zeloso e incansável no serviço e santificação do povo ervalense, sendo dessa forma merecedor das homenagens e exemplo para o povo presente e gerações futuras.

Quem também acompanhou às festividades foi o irmão do sacerdote, o senhor José Silvério da Silva. Visivelmente emocionado, para ele, as homenagens ao Monsenhor Joaquim foram merecidas pelo tempo que ele esteve em Ervália e trabalhou para o povo e para a Igreja.

Por sua vez, o seu sobrinho-neto, Pedro Augusto Guimarães Carvalho, também descreveu a sua felicidade, assim como dos demais familiares, ao participar desse momento. “O Monsenhor foi um grande benfeitor em Ervalia, incentivou a economia trazendo o café arábico e construiu a igreja da cidade. Ver isso sendo reconhecido é emocionante”, afirmou.

Jubileu de Ouro da Igreja Matriz

Outro marco das comemorações foi o cântico de parabéns pelo aniversário de 50 anos da Igreja Matriz, que foi construída durante o pastoreio de Monsenhor Joaquim na cidade e consagrada em 17 de Junho de 1972 pelo terceiro Arcebispo Metropolitano de Mariana, Dom Oscar de Oliveira.

Texto: Com informações e colaborações de Antônio Carlos Guimarães e Pedro Augusto Guimarães Carvalho

Fotos: Pedro Augusto Guimarães Carvalho

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