quinta-feira

, 26 de maio de 2022

Após a ordenação, Diáconos Transitórios compartilham seus sentimentos sobre o novo passo dado rumo ao sacerdócio

10 de maio de 2022

Foto: Thalia Gonçalves

Ordenados no último sábado, 07 de maio, em celebração presidida pelo Arcebispo Metropolitano de Mariana, Dom Airton José dos Santos, os Diáconos Transitórios Emanuel Tadeu Dias Teixeira, Johny Sales de Figueredo Dias, Pedro Hugo Alves Talin, Róbson da Cunha Chagas, Vitor Nogueira de Campos e Wesley Pires dos Santos compartilham sobre seus sentimentos sobre o novo passo dado rumo ao sacerdócio e suas expectativas para o diaconato.

Qual é o sentimento que perpassa em seu coração e como espera vivenciar o diaconato?

Diác. Emanuel:

Foto: Thalia Gonçalves

São vários sentimentos, na verdade. Uma grande alegria, por receber esse chamado do Senhor, e uma grande gratidão de perceber o quanto eu sou indigno, diante desse ministério que Ele me chama. É por graça e amor. Então, o que eu senti durante a celebração, durante todo esse tempo, foi isto: perceber a grandeza do amor de Deus diante da minha pequenez.

Espero viver o diaconato nessa entrega ao Senhor. Como disse Dom Airton, no serviço do Altar, da Palavra e da Caridade. Então, eu pretendo, com a graça de Deus, de viver no encontro com os irmãos, principalmente, nessa cultura do encontro, que o Papa Francisco fala tanto, encontrando os irmãos e servindo porque nós somos ordenados para este Povo de Deus e, através de Jesus Cristo, nós vamos servi-lo. Então, quero viver o diaconato servindo esse povo com muito amor e, principalmente,olhando sempre para Cristo que é a nossa meta, foi quem me chamou e que vai continuar me conduzindo no caminho.

Diác. Pedro Hugo:

Foto: Thalia Gonçalves

É difícil definir um sentimento; acho que é um turbilhão de sentimentos. O maior, que mais sobressai, é a alegria de servir ao Senhor. Dom Luciano, em sua oração, disse que a alegria de servir aos irmãos é a nossa melhor recompensa. Eu acho que esse sentimento é o maior que eu sinto agora: a alegria de poder ser consagrado por Deus para servir aos irmãos que mais necessitam. 

[Espero viver] com toda a intensidade que o Senhor nos pede: com a intensidade poder amar e servir, com a intensidade poder doar-me todo inteiro a Ele e poder fazer os irmãos sempre pessoas felizes neste mundo. Nós somos ministros de Deus não para tristeza, mas sim para a alegria. Aquilo que Dom Airton nos disse na homilia: que nós não podemos ter a cara acabrunhada e, como somos ministros consagrados por Deus, ajudar a cada cristão a não ter cara de velório, como nos recorda o Papa Francisco, mas sim essa cara de alegria porque Cristo é a felicidade.

Diác. Robson: 

Foto: Caio Amora

O sentimento que prevalece no meu coração, sem sombra de dúvidas, é o de esperança e de alguém assistido por Deus com grande misericórdia; não sou merecedor disso. Aliás, as minhas palavras são insuficientes para falar a tamanha alegria que perpassa o meu coração, não só pela ordenação em si, mas por tamanha Graça de Deus para comigo. Durante todos esses anos da minha vida ele sempre tem sido muito generoso. Então, hoje, o sentimento que perpassa meu coração é o de esperança, de gratidão, alegria e interesse ainda mais pela missão de Nosso Senhor Jesus Cristo; dar continuidade a missão que ele tem dividido comigo agora.

O que o diaconato transitório representa para você?

Diác. Johny: 

Foto: Thalia Gonçalves

É um grande passo para um sonho, para um desejo, que eu tenho desde criança, ainda quando nasci, com a minha família, quando fui educado na fé e [despertou-me] o desejo de ser padre. Então, a Ordenação Diaconal é um passo para a realização desse sonho e desse desejo também de entrega e consagração da vida a Nosso Senhor no serviço da Igreja através do ministério.

Diác. Vitor:

Foto: Caio Amora

Acredito que o diaconato não é só transitório porque ser servo, ser servidor, é por toda vida. O diaconato dá uma marca em nosso ser para sempre. Então, vai para além da ordenação e para além mesmo até o Segundo Grau da Ordem, que é constitutiva até mesmo do sacerdócio. Então, para nós, é uma marca para a nossa vida, para nossa história em favor do Povo de Deus.

O sentimento é de gratidão a Deus porque é muita misericórdia. Nós não somos dignos. Como diz a primeira leitura (2 Cor 4,1-3; 5-7): nós carregamos vasos de barro. Que a Graça Dele nos preencha porque é muita responsabilidade pastorear o Povo de Deus.

Como você define esse momento? 

Diác. Wesley: 

Foto: Caio Amora

É um momento indefinível porque a Graça de Deus sempre nos precede. A vocação é Dom e Graça de Deus, sem merecimento algum de nossa parte. Por isso, é uma entrega; entrega que é correspondente a esse amor generoso, um amor que Ele entregou o primeiro, por nós, na Cruz. É um misto de sentimentos, mas os que prevalecem são a alegria e a realização por ter concluído toda essa caminhada de formação inicial  e, agora, disposto também continuar na formação permanente e somar forças no Clero de nossa Arquidiocese. 

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Veja como foi a ordenação em:

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